museu faz exposição em homenagem aos 50 anos da Apple; veja as imagens
Ó Museu de História da Computação (CHM)em Mountain View, na Califórnia, abriu uma exposição dedicada aos 50 anos da Maçã, fundada em 1º de abril de 1976 por Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne. A mostra fica aberta ao público até 7 de setembro de 2026 e reúne protótipos raros de produtos como Apple I, Lisa, Macintosh, Newton, iPod e iPhonealém de réplicas de objetos históricos da empresa. Dentre as réplicas, tem até um Macintosh Plus gigante, feito pelo maker Jason Jackrel.
Neste fim de semana, o CHM sediou o TechFest: Feliz Aniversário, Apple! Qual é a sua década favorita da Apple? #Appleat50 #TechFest #HistóriadaComputação pic.twitter.com/RvylAcKNEn
– Museu de História da Computação (@ComputerHistory) 30 de março de 2026
O pontapé das celebrações aconteceu em 11 de março de 2026, com um painel mediado pelo jornalista David Pogue, cujo livro Apple: os primeiros 50 anos foi lançado no mesmo dia, e a participação de ex-executivos como o ex-CEO John Sculley, o engenheiro Chris Espinosa, Jon Rubinstein e Avie Tevanian. No dia 28 de março, o museu realizou o TechFest “Happy Birthday, Apple”, um evento aberto ao público com computadores vintage para manuseio, atividades para todas as idades e a presença de Daniel Kottke, funcionário de número 12 da Apple, que montou ao lado de Jobs e Wozniak o primeiro Apple I em 1976.
O que está em exibição
A exposição mapeia a empresa década a década. Um dos destaques é um protótipo do Apple I com carcaça de madeira de bétula e bordo, fabricada por Charles “Chas” Pfister, e que teve o nome do artesão removido por Jobs da versão final de venda.

Há também um protótipo do primeiro Macintosh em acrílico transparente datado de junho de 1981, estimado pelo engenheiro Andy Hertzfeld como um dos apenas dez exemplares que existiram.


Ó Newtonlançado em 1993 durante a gestão de John Sculley e descontinuado em 1997, está presente com destaque para o modelo eMate, considerado uma versão pioneira do que hoje se entende como computação para educação.

Outro objeto de destaque é uma réplica da bandeira pirata que tremulava no campus da Apple durante o desenvolvimento do Macintosh. O engenheiro Steve Capps idealizou o gesto em 1983 e pediu para a designer Susan Kare criar a peça, hasteando-a à noite em um mastro de metal, a réplica exposta no museu foi confeccionada pela própria Kare recentemente. A imagem ilustrava o lema de Jobs na época: é melhor ser pirata do que marinheiro. Naquela época, Jobs e a Apple estavam focados em ser um contraponto a empresas tradicionais e gigantes, como a IBM, que era vista como os “certinhos”, os marinheiros.
Confira abaixo um vídeo mostrando a exposição
O museu da História do Computador comemora 50 anos da Apple! https://t.co/jYlqdBnsfp pic.twitter.com/Cmz7q2pbl2
– Meriam Al Sultan Sa (rahrat) 🪄 (@AlSultan_Meriam) 16 de março de 2026
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